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Que tal imprimir um Picolé de Vírus para sua festa de Haloween?

Quando resolveu imprimir os “Picolés Perigosos”, o artista Wei Li, do atelier Bold or Italic de San Francisco/EUA, pretendia provocar. Afinal, como as pessoas reagiriam comendo um vírus fatal, mesmo sabendo que era feito de água, açúcar e suco de uva? Em seu ateliê foram realizadas todas as etapas, da pesquisa à produção do picolé. Os sabores “Picolés Perigosos”, por si só, já causam algum estímulo não muito agradável: vírus influenza, HIV e vírus da catapora, bactéria e-coli e diversas opções de cactus venenosos. Alguns, depois de prontos, são até agradáveis, desde que sua verdadeira “identidade” não seja revelada antes. Será que morder um cactus espinhoso não vai machucar?

O processo de modelagem e impressão não foi simples pelo próprio formato pontiagudo ou complexo de alguns cactus e vírus. O software utilizado é bem conhecido pelos modeladores em 3D: o Rhino que gerou os arquivos em STL. próprios para a impressora. A impressora utilizada tem um resultado, neste caso, muito semelhante à impressora disponível na Ágil 3D, com grande gama de detalhes e dureza de material.

Todo o processo foi descrito no site do ateliê Bold or Italic e no site Instructables próprio para divulgação de projetos abertos. No instructables o processo está mais detalhado, inclusive na forma de preparar o silicone para criar as fôrmas.

Os desenhos escolhidos foram esses:

Primeiro os modelos são impressos em 3D:

Com os modelos prontos são feitas as fôrmas de silicone:

Depois das formas prontas é que se produz o picolé:

E então, ficou com vontade de produzir seu próprio “Picolé Perigoso”? No Ateliê de Wei Li a experiência foi um sucesso:


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